Palavra do Momento: Intensidade

Soberbo Ocean View

O que os climatologistas previram em relação ao aquecimento global está se cumprindo, deixando os tradicionais profetas da historia humana cobertos de vergonha, aliás, nenhum deles conseguiu prever nada, as previsões do passado sempre foram “previstas” depois que Inês já havia sido morta e enterrada, por autores tentando vender seus livros ou conquistar adeptos.

Eles falaram que a princípio o aquecimento não causaria um aumento das ocorrências de chuvas, secas e nevascas, tufões, tornados, furacões, etc. nem um deslocamento da região onde estes fenômenos ocorreriam, mas, que haveria um aumento de intensidade. Em todos os atuais locais em estado de emergência, seja na Austrália ou na minha querida Teresópolis (sou carioca, mas me concedi o título de “minhôco” honorário, já que lá deixei os melhores anos de minha vida… que raiva, jamais terei um corpo de 25 anos again…) nos verões sempre choveu e deslizou terras, sempre tragédias ocorreram por conta de desmatamentos, mal planejamento urbano, má ocupação do solo e incompetências humanas, mas, agora é também pela intensidade, pelo volume fora do normal das ocorrências climáticas. E isso é, figurativamente, a ponta do Dedo de Deus, a montanha símbolo de Terê… a ponta do Iceberg climático que aparentemente aguarda a humanidade…

Curiosamente, havia uma padaria em Teresópolis, no meio da “reta”, que tinha uma dessas pinturas cafonas que decoram restaurantes de beira de estrada. Ela reproduzia a vista de uma espécie de estacionamento turístico bem na entrada da cidade e início da estrada RioBahia. Do Soberbo, nome desse local, em dia claro, pode-se ver 900 metros abaixo e ao longe, alguns quilômetros a frente os fundos da Baia de Guanabara, lá pelas bandas de Magé… Pois bem, o pintor, que hoje pode ser visto como candidato a profeta, no lugar onde deveria ser o imenso vale que se deslumbra daquele mirante, pintou o mar… Como se Teresópolis fosse a beira mar… O mar no passo seguinte as muretas do Soberbo… Ok, podemos entender a pretensão do artista, ele quis lembrar essa coisa maravilhosa que temos no Rio de Janeiro, que é termos um clima de montanha a menos de uma hora de viagem do mar e seu infernal calor tropical… Mas, haveria soluções gráficas menos exageradas, acredito eu… Até porque se o gelo sobre a Antártida e a Groelândia derreterem todo, o nível do mar só subiria uns 170 metros… A atual civilização humana “ia para o saco” nesse dilúvio, mas, Teresópolis sobreviria junto com todos os seus “minhôcos” da terra. Não me perguntem qual seria o destino da humanidade renascendo sobre essa égide “minhocal”, mas seria melhor do que nada… Isso sempre me perturbou durante a tormentosa decisão de vir morar em Miami, logo onde, a Veneza das Américas, onde a única montanha (um morrinho) no raios de centenas de quilômetros é feita com lixo e pneus usados cobertos de terra e grama… Depois de passados alguns furacões trancado dentro de casa, como se fosse um dos Três Porquinhos com o Lobão assoprando do lado de fora… então… nem se fala… E ainda tenho coragem de ficar falando de aumento de intensidade… Com um Lobão e meio a casa cai…

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Sobre João Canali

Jornalista brasileiro e norte-americano residente em Miami, produtor e apresentador do Seriado Teorias (You Tube).
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7 respostas para Palavra do Momento: Intensidade

  1. Luiz Camargo disse:

    Canali.

    Vi agora à noite no JN a devastação havida na região serrana do estado do Rio. Parece que Friburgo foi a cidade mais cruelmente castigada pelas chuvas. Mas a Globo mostrou um fato curioso que me chamou a atenção: essa ocorrência não é novidade ali. Uma matéria feita em 1981, há 30 anos, mostra, com imagens, o mesmo tipo de tragédia com deslizamentos, queda de barreiras, soterramentos, inundações, alagamentos, mortes, e por aí vai. Ou seja, uma espécie de crônica de uma morte anunciada. Os governantes locais, as autoridades e nem os abastados proprietários da região (e ali tem muitos), nunca tomaram nenhuma providência eficaz e permanente.

    Esta questão da ocupação desordenada do solo tem sido frequentemente apontada como uma das principais causas deste tipo de tragédia. Nas imagens aéreas mostradas na TV dá para ver enormes enormes bairros ocupando áreas onde antes era mata.

    Também tem o fato do relevo da região ser montanhoso, o que propicia escorrimento das águas, e com a violenta intensidade das chuvas que ali cairam, acabaram arrastando tudo, enchendo os rios, e aí, o caos.

    Luiz.

    • João Canali disse:

      Luiz, basta lembrar que ano passado, na passagem de ano, a coisa aconteceu na região de Angra dos Reis… De fato essas tragédias são recorrentes nessas grandes chuvas de verão… Eu tive um grande amigo que morreu em Teresópolis horas antes de eu ir passar o reveillon em sua casa que ficava em uma encosta, como é relativamente comum em toda a região serrana… Ele havia construído um grande muro de contenção em uma encosta de seu terreno, sem nenhuma autorização da prefeitura (me parece que subornou o fiscal de obras da prefeitura, o que era muito comum…) e mandou os pedreiros erguerem a coisa sem nenhuma planificação feita por um engenheiro ou arquiteto… O muro era para aproveitar um corte no terreno onde construíra um coelhário… Veio aquelas pancadas de chuva muito comum nas tardes de Teresópolis, principalmente nessa época do ano e a água entrou entre o muro e a encosta, criando um esguicho sobre os coelhos… O caseiro alertou e ele desceu para tirar os coelhos da água… O muro de uns 5 metros de altura rachou e girou sobre o próprio eixo… Diversos coelhos e até o caseiro que pulou pela janela que pipocou, se salvaram… Meu amigo não…

      Mas, os números, mesmo não inocentando a ação humana, não mentem, os volumes das águas, assim como as últimas secas na Amazônia, os tufões (os furacões asiáticos), a enchente na Austrália do tamanho do estado de Minas, as nevascas de Nova York, a cada ano estão indicando um crescente aumento de intensidade nos fenômenos climáticos observados, confirmando as previsões sobre os primeiros efeitos do aquecimento global…

      Particularmente, eu tenho para mim que o grande vilão dessa história climática é o desmatamento… mais do que o efeito estufa… Isso tende a ser ocultado, pois é mais difícil impedir o desenvolvimento econômico do que cortar a emissão de gases… É inadmissível que tropas federais não pudessem prender quem desmata na Amazônia, isso não ocorre porque os caboclos lá alegam que tem que ocupar o solo para sobreviver… Politicamente impossível evitar o crescimento econômico…

      Sem a devida cobertura vegetal a dissipação do calor solar é muito menor, os ventos sopram e fazem a coisa ser global… Falo de desmatamento em todo o planeta, afinal as populações humanas não param de crescer e novas áreas são desmatadas para diversos fins que nada mais visam do que dar mais estrutura de sobrevivência ao aumento populacional. Por exemplo, o desmatamento da Mata Atlântica bate quase que totalmente com o aumento da população da costa brasileira desde a chegada dos portugueses… Não há como ocupar sem desmatar, principalmente com uma cultura desenvolvimentista nas costas…

      E antes? Não é que os índios soubessem viver em harmonia com a floresta… Isso é meio que mito, eles, na verdade, tinham um baixíssimo índice de sobrevivência nos nascimentos e uma expectativa de vida muito baixa, logo possuíam suas populações em ritmo estável, suas construções muito simples (muitos eram nômades) e suas plantações rudimentares, pesca e caça supriam grande parte da alimentação… E quem não sabe devia saber… Viviam na boa… A tecnologia de fazer a cabeça era/é de um admirável mundo novo… Queimavam muito mato, mas não para desmatar… 😉

  2. Max Dias disse:

    Caros, esses ciclos de chuvaradas ocorrem frequentemente, a gente até escuta as reportagens dizendo que “há 30 anos que isso não ocorre”, &C. Isto é, já ocorreu antes, diversas, inúmeras vezes, pelos séculos passados. Só não foram documentadas como agora. Aqui no Paraná, quando eu era menino, aconteceu, cerca de 1952, um ciclo de chuvas absurdo, que deixou todo mundo fechado em casa por meses – nem jipe 4×4 (aqueles do exercito americano da IIWW) conseguia trafegar. Meu pai era um mestre nessa arte, e gastava um tanque de gasolina para atravessar 50 km de barro (mas atravessava).

    Se querem um culpado pelas mortes, é o aumento populacional: as pessoas constroem casas onde antes ninguém tinha coragem nem de andar. E nem pensam em perigo, se são advertidos, falam em Deus e em Nossa Senhora, que há de nos proteger, blah, blah. É que o custo para evitar estas calamidades é tres ou quatro vezes maior que a obra em si. No Pacaembu, São Paulo, o muro de arrimo no fundo do quintal custava o dobro da casa, só mesmo a City poderia lotear aqueles barrancos e vender para quem tinha $ para pagar. No mais, sempre foi mais barato não fazer nada e reconstruir de vez em quando. Com o aumento da população, aumentaram também as fatalidades. Só por comparação, tragédias semelhantes ocorrem na China, só que com mil vezes mais vítimas (maior densidade populacional). Em Sri Lanka, as pessoas estão quebrando a cabeça para tirar um filhotão de elefante que ficou preso em uma arvore a 5.5 m de altura do solo. Já morreu, claro. E também já aconteceu antes, mas na época usava-se o pombo correio, não tinha cobertura ao vivo e só se ouvia falar, meses depois. O terremoto de Lisboa matou 25 mil portugas e o Marquês de Pombal não fez absolutamente nada, só culpou os jesuítas e mandou prendê-los de novo.

    Imagine se a California resolve fazer obras para enfrentar DE FATO o BigOne: fica mais barato mudarem de lá. De fato, o que melhoraram muito foi o acompanhamento, a previsibilidade. Isso sim evita mortes, seja por terremotos, seja por furacões ou trombas dagua. Aqui e em muitas partes do mundo, o primeiro a conseguir seria fazer a população dar credibilidade às previsões (educação, educação) e controlar os perímetros para evitar os saques (que ocorrem no mundo todo). Aquecimento global, efeito estufa, 1% de CO2 a mais, me desculpem, são bobagens: o planeta tem ciclos de oscilação do eixo de rotação (o bamboleio do eixo norte-sul) que duram 10 mil anos e é isso que gera as eras glaciais e tudo quanto é mudança climática. Há outros ciclos que duram 100 mil anos, estes muito mais danosos e indefensáveis, como o asteróide que espera sua vez. Controle populacional – quem não nasce, não pode morrer.

    • João Canali disse:

      Max, seus argumentos como sempre são consistentes. Outro dia mesmo fecharam o aeroporto de Tampa para repintarem algumas faixas de indicação de taxiamento das aeronaves, que devem sempre apontar para o Norte Magnético e as antigas faixas estavam defasadas… Bem, essa informação caiu na rede e se tornou viral a informação que o Polo Magnético estava se movendo com a conotação alarmista que uma profunda mudança no planeta estava em andamento… Na verdade, soube-se depois, realmente o Norte Magnético está se movendo, só que isso é fato conhecido pelos cientistas, o Polo Magnético move-se todo ano coisa de 40 milhas em função das discrepâncias na rotação da crosta com o núcleo sólido que se acredita existir no interior do planeta. Seria o aquecimento global uma informação alarmista que caiu na rede? Da maneira que você coloca parece que sim…

      Existe um consenso científico acerca do aquecimento existir e um consenso menor porém consistente que a causa desse aquecimento é causada pelo efeito estufa em função do aumento da presença do CO2 (que de fato causa aquecimento em estufas experimentais… não há o que se questionar quanto a isso… ) e outros gases nos planos superiores da atmosfera que seguram o retorno dos raios solares para o espaço. Como não consigo ver o ganho financeiro ou outro interesse qualquer da maioria da comunidade científica em afirmar isso, tendo a crer na coisa, até porque o interesse financeiro está em negar tanto o aquecimento quanto a causa ser a emissão dos gases produzidos pela queima dos combustíveis explorados pelo segmento industrial e de serviço mais rico e poderoso do planeta… Eu não tenho dúvidas que essa gente subornaria cientistas, o Prêmio Esso de Jornalismo é puro isso… Quem estaria subornando a esmagadora maioria dos cientistas que afirmam que o aquecimento e a estufa de CO2, vapor d’água e metano é verdadeira? Fabricantes de ar-condicionado, ventiladores e abanadores?

      Bom, na verdade, os cientistas não podem ser vistos como sacerdotes de alguma das tantas religiões humanas, mesmo que, ao contrário daqueles, tenham dados provas de evolução e acerto em suas crenças, aliás, estamos cercados dessas provas… Por outro lado, a ciência não pode ser dogmática e necessita de especulações para avançar, sendo que muitas dessas especulações serão fatalmente errôneas, como já ocorreu diversas vezes no passado… Aquele velho modelo de átomo que aprendemos no ginásio só está servindo de logo de ambientes radioativos, já descobriram tantas partículas que se fossem redesenhar a coisa aquela imagem ficaria parecida com um emaranhado de arame…

      Sei também que cientistas falam de teorias ainda não provadas como se fossem verdades absolutas… O exemplo mais notório é o big bang… Cada vez que os telescópios encontram pontos mais distantes, áreas escuras e outros fenômenos, saem ajeitando a coisa para defender o modelo que começa a fazer água… E isso tudo dá margem de fato para duvidarmos de algumas suposições e ousarmos mesmo a tentar outras explicações. Nesse ponto lhe entendo, muito embora me pareça a questão climática bem mais fácil do que entender os experimentos que fazem nesses aceleradores de partículas ou então os cálculos orbitais e de análises espectográficas de planetas fora do sistema solar…

      Sou daqueles que, na impossibilidade de ter uma certeza, acha que a aposta no aquecimento com causa no efeito estufa é menos desvantajosa se estiver errada do que em sua não crença se estiver igualmente errada. Substituir a matriz energética trás vantagens até na tentativa, quanta pesquisa boa não sairá disso…

      Você tocou em um ponto que não está incomodando somente a você… Vamos fazer uma campanha contra essa coisa da mídia viver falando… “Não acontece isso ou aquilo desde mil e não sei quanto…”. Nunca esclarecem se foi a partir daquela data que se começou a se manter registros da ocorrência; Nunca esclarecem se estão sendo proporcionais em termos percentuais com o que aconteceu naquela data e raramente temos o fato que originou a comparação.

      Em relação as chuvas no Paraná ou de outro lugar no mundo que ocorreram no passado, sim claro, sempre houve enxurradas e tempestades… só uma comparação seria válida, o índice pluviométrico… Esse é o dado que anda faltando nas comparações, fácil de qualquer um entender… Quanto aos transtornos você terá que levar em consideração que os recursos de salvamento e reconstrução da época eram bem inferiores aos de hoje em dia, logo a percepção sobre os efeitos da chuvarada do passado tenderá a ser maior… “Sem retroescavadoras modernas por mais tempo a região ficou isolada…”. E tudo sempre tem que ser visto sob o ponto de vista percentual… Morreu menos gente porque tinha menos gente ou o inverso só se resolve falando-se em termos percentuais…

      O pessoal da climatologia está afirmando que é o aquecimento global sim e que é verdade que a coisa está mais forte, mais intensa. Eu estou na firme suposição que eles estão se baseando nos índices pluviométricos, algo que já é medido a mais de um século…

      Agora o que aconteceu com as “águas de março” é que tem que ser perguntado as “águas de janeiro”… O Tom Jobin não vai poder reescrever a letra…

    • fbarbuto disse:

      A imprensa anda esquecendo ou minimizando a tragédia da Serra das Araras, nos provectos idos de 1967, quando entre mortos e desaparecidos quase 2 mil pessoas perderam suas vidas.

      http://diariodovale.uol.com.br/noticias/4,34343.html#axzz1AxEtkmng

      Aquilo sim foi enxurrada: 16 vezes o volume de água que caiu em Teresópolis durante o evento da semana passada. Se o desastre da Região Serrana do RJ se provar pior, será por causa da concentração humana maior em áreas inapropriadas.

      F.

      • fbarbuto disse:

        Um P.S.: 16 vezes o volume, não; 16 vezes a vazão. Sorry.

        F.

      • João Canali disse:

        Fausto, a mídia não está comendo mosca não… Tenho aqui a TGI e em um primeiro momento, no Jornal Nacional, eles reproduziram afirmações de climatologistas brasileiros que as chuvas já eram por conta dos fenômenos ligados ao aquecimento global. No entanto, nesse domingo, no Fantástico “by passaram” aquelas afirmações e deram de forma oficial a versão dos cientistas de plantão que as chuvas eram de intensidade já ocorrida anteriormente em outras tragédias… e a carga toda foi posta em cima da ocupação desordenada do solo… Houve uma extensa matéria afirmando que em São Paulo haveriam 150 mil pessoas vivendo em favelas sobre áreas de risco… A coisa foi conduzida de modo a chegarmos a conclusão que não há competência nem dinheiro para fazer a coisa certa, que é evacuar aquela gente toda para construções populares em áreas seguras… o que nos levaria a pretender o mesmo para todas as favelas, não só aquelas em áreas de risco… afinal morre muito mais gente por conta dos tiros de uma criminalidade forjada e criada em favelas sem mínimas condições de habitação digna do que em tempestades sazonais… e isso ao longo de qualquer ano das últimas 5 décadas… Tiraram de cogitação a hipótese de se construir contenções (de fato, algo duvidoso na maioria dos casos… e uma fortuna faraônica…) e de se impedir que se construa de novo nos mesmos locais depois de uma eventual retirada… o que me parece inadmissível… Coloquem estacas de ferro, arame farpado e policiem o local, isso não é difícil, só não dá voto…

        Uma filmagem feita de um helicóptero das forças armadas observei que montanhas intocadas, com toda sua vegetação original e secular haviam deslizado… Não havia construção alguma por perto… Se essa tempestade é de fato recorrente em termos de intensidade, o que temos de diferente é o ponto onde caiu…

        Agora a mudança da mídia em relação a causa da tragédia é de utilidade pública… Já anunciaram até um sistema de alarme (que estará pronto daqui a 4 anos… deve ser o tempo de formar gente especializada… pela madrugada… ou de, quem sabe, treinar os pombos correios que levarão o aviso de que vem uma tempestade… é mole?)

        No entanto, eu estou desconfiado que existe no fundo uma indução subliminar de querer passar que a Dilma é pé-frio… Mal ela entrou e… Um tremendo contra-ponto em relação a sorte de Lula, quando até o pré-sal o Brasil descobriu, o mundo faliu e as comodities brasileiras passaram a valer mais… Sorte de segurarem as pontas no caso do mensalão… De sobrar petro-dólares no mercado a ponto de terem que investí-los no crediário do povão, criando um clima de mais empregos na indústria e no comércio, euforia e prosperidade só vistas nos tempos que “ninguém segurava esse país”… justo no ano que ele faria a sucessora, uma pessoa que não teria carisma (não digo competência… isso nós vamos ver ainda… injustiça não é comigo…) nem para se eleger diretora de escola pública do subúrbio…

        Daí talvez porque terem escolhido essa a pior tragédia ocorrida no Brasil, mesmo com menos de 1000 mortos, quando houve essa que você lembrou… Mas são mais de 20000 desabrigados… Pode ser pelo prejuízo econômico que realmente foi enorme, além de abranger uma área relativamente grande… Estou com preguiça de verificar… mas acho que é algo como do tamanho do Estado de Israel, que tanta publicidade consegue no mundo… Aliás Teresópolis… deixa pra lá…

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